giovedì 8 luglio 2010

estou na rua,,,


estou na rua
sinto cheiro
de chuva
nem deu p'ra correr
a chuva me cospe
na cara
rindo
o trovao
- ao plural-
me deixa surda
o relampago
me queima um cabelo




chego à casa
abro a bolsa
onde està a chave?

sò encontro a chuva

7 commenti:

  1. Lluvia fuera y dentro.
    Temo esos días.

    Besos.

    RispondiElimina
  2. magníficos versos estes : o relâmpago me queima um cabelo e só encontro a chuva.. :) e tb encontraste um poema... beijos

    RispondiElimina
  3. E, perto, muito perto de ti, não me encontraste, MYRA?
    São as poeiras que vêm de ÁFRICA e poluem esta Europa...

    Um beijo.

    RispondiElimina
  4. Genial,Myra!!!Essas chuvas...beijos,tudo de bom,chica

    RispondiElimina
  5. Myra, consegui ver a cena trazida pelo seu poema.

    Gosto desta sua maneira de escrever.
    " a chvua me cospe na cara rindo"

    "O trovão - ao plural - me deixa surda
    o relampago me queima o cabelo"

    beijo

    RispondiElimina
  6. Depois de 40 graus, que bem saberia uns pingos de chuva a refrescar o rosto!
    Algo suave, sem relampagos e ventos fortes...sem cheiro a tempestade tropical.Mas saberia muito bem!
    Beijinho terno!

    RispondiElimina
  7. Esta entrada me gustó tanto,...

    ...que no me 'veía' tiempo para decírtelo, y que no dudases, de lo mucho que me encantó.


    ...mucho...





    Un beso y gracias por permitirme el destiempo y mi falta de chave, para corresponder a tu chuva.





    Un beso guapa.
    B.N.C.M.

    RispondiElimina