Quando eu era criancinha, minha mãe me colocava de castigo, numa cadeirinha, "de cara pra parede" e aprendi a me divertir enquanto isso descobrindo as formas que surgiam das pequenas irregularidades do meu campo visual , como nas nuvens...
Um parede, uma extensão de betão que se eleva e mostra as impressões digitais do tronco de madeira que era velho e lhe serviu de cofragem! Veios, nervuras, marcas de um pedaço de vida que com a parede se cruzou! Beijinhos mil, adMYRAvel senhora!
Das mais interessantes e intrigantes texturas que me foi dado apreciar !
RispondiEliminaUm beijo muito grande, MYRA.
Quando eu era criancinha, minha mãe me colocava de castigo, numa cadeirinha, "de cara pra parede" e aprendi a me divertir enquanto isso descobrindo as formas que surgiam das pequenas irregularidades do meu campo visual , como nas nuvens...
RispondiEliminaE essa fisura dá a possibilidade da fuga, parede sem porta e janela é uma prisão. Bjos.
RispondiEliminaGosto de falar com as paredes.
RispondiEliminaDe olhar também.
Essa é uma delicada parede.
Um beijo Myra.
Que habrá al otro lado?
RispondiEliminaBesos.
Já estamos do outro lado.
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RispondiElimina"Emparedados não podem VER!"
:o)
Interessantíssimo.
RispondiEliminaParece mesmo uma parede duma casa com muita história para contar.
Um beijinho
Um parede, uma extensão de betão que se eleva e mostra as impressões digitais do tronco de madeira que era velho e lhe serviu de cofragem!
RispondiEliminaVeios, nervuras, marcas de um pedaço de vida que com a parede se cruzou!
Beijinhos mil, adMYRAvel senhora!
também apanhaste esta addiction? :)) mil beijos
RispondiEliminaParedes que lembra ação do tempo.
RispondiEliminabjs
Gostei bastante do minimalismo textural da pintura.:)
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