Pela vidraça lá de casa, vi poeira! Vi terra no ar como quem reclamava calma! Limpei a janela e de nuvem tudo passou a movimento embaciado de gente e terra, de terra e gente! E, de imediato, vi desaparecer a felicidade do povo, que perdeu todas as cores...
Por esta "janela", vejo a claridade, através de grades...(limitações impostas pela injustiça que, de um modo ou de outro, grassa pelo mundo). E um vulto que também a vê, com toda a clarividência, e sofre, livre...e luta com imensa garra...
Dos edificios completamente iluminados y separados por un muro?
RispondiEliminaBesos.
Janelas? Lindas sombras! beijos,chica
RispondiEliminaPela vidraça lá de casa, vi poeira!
RispondiEliminaVi terra no ar como quem reclamava calma!
Limpei a janela e de nuvem tudo passou a movimento embaciado de gente e terra, de terra e gente!
E, de imediato, vi desaparecer a felicidade do povo, que perdeu todas as cores...
Beijinhos mil,Myra
Myra
RispondiEliminaPor esta "janela", vejo a claridade, através de grades...(limitações impostas pela injustiça que, de um modo ou de outro, grassa pelo mundo).
E um vulto que também a vê, com toda a clarividência, e sofre, livre...e luta com imensa garra...
Uma tela que BRILHA, na ausência da cor.
Um beijo muito grande, MYRA
Duas forças. Dois pesos e duas medidas.
RispondiEliminaA máxima da assimetria!
Um beijo querida!
Lindo!
RispondiEliminaUm beijinho
Onde estará o fiel da balança ?
RispondiEliminaUm beijooooooooooooooooooooooo
8 Como não consigo ampliar o suficiente, nada mais poderei dizer.
Lamento, Myra.