lunedì 12 agosto 2013

detesto  o deserto
de la me vem
a furia do vento
frenetico
vento grita sem parar
forma dunas e dunas
se transformam em pedras
intocaveis
eterno petrificado
deserto
casa de alguns beduinos
nomades ou nao
vivem sobre elas
pedras
impedem seu caminho
pedras debaixo
muitas outras
piores
lhes caem
em cima
do Alto....
deste pais!

12 commenti:

Luísa ha detto...

Serão sempre pedras...
Beijinhos mil, enviados duma belíssima praia.
;-)

De barro y luz ha detto...

Se puede leer el cuadro y ver tus palabras.... magníficas las dos cosas. Los desiertos y las piedras en los corazones, son los que realmente matan.


bsss

✿ chica ha detto...

Lindo desabafo poético e as pedras na tela. beijos,chica

João Menéres ha detto...

Magnífico o poema sobre o deserto e bela a ilustração !

Um beijooooooooooooooooooooooooo

Jorge Pinheiro ha detto...

Tb não gosto de desertos. Ainda por cima tenho agorafobia.

TORO SALVAJE ha detto...

A mí me ocurre lo mismo.

Volví!!!

Besos.

Li Ferreira Nhan ha detto...

Do vento eu gosto. Ss pedras também. O deserto não conheço e também não me atrai. Sou muito urbana .
Teu trabalho em tons terrosos , a textura quase se pode tocar. Muito bom Myra! Beijos!

ana ha detto...

Myra,
Belíssimo este grito contra o deserto. :))
Beijo especial

eder ribeiro ha detto...

A imagem paasou a sensação descrita no texto. Bjos, Myra.

Isabel ha detto...

Um beijinho e continuação de boa semana!

André ha detto...

Texto e obra plástica se complementam e se integram em uma única idéia: a da aridez. Muito bom!

Abraços.

myra ha detto...

Andre, aridez fisica e moral...