Talvez o melhor equílibrio esteja algures entre a alma de vagabundo e a capacidade de conseguir ganhar a vida sem ser escravo do trabalho e do dinheiro. Eu gostava de conseguir encontrar esse equílibrio. Gostei muito do post. Um beijinho
Mais uma vez Myra adorei ler este episódio da tua vida. Sâo pessoas como estas que povoam sempre os nossos dias, mesmo depois de partirem.
Vou confessar-te um segredo: também detesto ópera...e fado, coisas que nem todos confessam, porque acham erudito dizer que se gosta de ópera e o fado é um estilo que quase todos os portugueses adoram dizer que amam. Eu na verdade só gosto de dois ou três cantores de "fado", que cantam poesia belídssima e que não é fado castiço, tradicional, mas mais uma espécie de canção afadistada.
Gostei muito do teu amigo, aprecio imenso pessoas destas, simples, generosas, autodidactas, cheias de sabedoria da vida e felizes porque vivem naturalmente como quem respira... sem grandes complicações e pressas.
Que VERDADE e que TALENTO, querida MYRA!... nestas PALAVRAS que se desprendem e escorrem...
RispondiEliminaUm abraço com muito carinho
Quem sabe, está indo ao teu encontro. Bjos.
RispondiEliminaTens VIDA, SABER e TALENTO para dar e vender, MYRA !
RispondiEliminaPodes dispensar a inveja, querida Amiga !
Um beijoooooooooooooooooooooooooo
Muito bonito, Myra! :)
RispondiEliminaSer verdadeiramente livre é um privilégio.
Beijinho. :))
O amor é como a gasolina da vida. Custa caro, acaba rápido e pode ser substituída pelo álcool.
RispondiEliminaum beijo
Sim,por onde andas e para onde vais, vagabundo?
RispondiEliminaPrendeste a letras que pintas com pincéis ... E escreves telas memoráveis! Vai! Vai, mas volta!
Bjnhs mil
Talvez o melhor equílibrio esteja algures entre a alma de vagabundo e a capacidade de conseguir ganhar a vida sem ser escravo do trabalho e do dinheiro. Eu gostava de conseguir encontrar esse equílibrio.
RispondiEliminaGostei muito do post.
Um beijinho
Mais uma vez Myra adorei ler este episódio da tua vida. Sâo pessoas como estas que povoam sempre os nossos dias, mesmo depois de partirem.
RispondiEliminaVou confessar-te um segredo: também detesto ópera...e fado, coisas que nem todos confessam, porque acham erudito dizer que se gosta de ópera e o fado é um estilo que quase todos os portugueses adoram dizer que amam.
Eu na verdade só gosto de dois ou três cantores de "fado", que cantam poesia belídssima e que não é fado castiço, tradicional, mas mais uma espécie de canção afadistada.
Gostei muito do teu amigo, aprecio imenso pessoas destas, simples, generosas, autodidactas, cheias de sabedoria da vida e felizes porque vivem naturalmente como quem respira... sem grandes complicações e pressas.
Beijinhos, muitos.
Branca