martedì 15 dicembre 2009

questi ultimi giorni...parole violente...provocano violenza











era scaraventato
dal nulla
e appena nato
già iniziò
a dare di matto

guardo lo schermo
solo un secondo
e grido
non ci sto al gioco

lunedì 14 dicembre 2009

intrappolata



intrappolata
dal tempo trascorso
e non potendo fare a meno
caso mai fosse vero -
che mi si sono esaurite
le idee
preoccupata
medito assorta

ascolta
le tue immagini

sabato 12 dicembre 2009

um poema de meu irmao - foto Dominique Landau


quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
PEDRAS


o que faz a gente escrever poemas
ou outros tipos ou maneiras
de juntar palavras e pensamentos
criar imagens com sem sentido
como meu amor é infinito
ou minha mente é um deserto
ou seus olhos são dois lagos fundos
mas isso é coisa de infantil inocência
no fundo da garrafa de cachaça
o poeta é um afogado em dor e mágoa
e se escreve o que sente
ele tenta se salvar do desespero
não quer ajuda nem pede socorro
mergulha na solidão e no calor do inferno
e o peso de tudo que o cerca
aponta na direção da sua nuca
facas estiletes lança pontuda
e se pensarmos bem somos todos poetas
e andamos por aí
nossas mentes esquecidas nas esquinas
e batemos com punhos nosso peito
cerimonial darwiniano
e temos que recitar os poemas aos animais
com cuidado como melodias ou sinfonias
e se no meio da bicharada aparecer um humano
de olho vazado, perna cortada, e braço amputado
não parem o recital
vivemos há milênios
com mães pingando dos seios sangue e leite
e os poemas nada mais são que pedras nos cemitérios

venerdì 11 dicembre 2009

[[[[[[[[[[[[[[[[ - ]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]] - foto Dominique Landau



tenersi dentro
un rimpianto
come un tarlo




no
parlare
si

arieggiare
il tuo cuore
alla faccia
del spezzato
incantesimo

mercoledì 9 dicembre 2009

um poema que meu irmao me escreveu em 2002



MYRA

fofa e redonda segura minha perna
sua mente criança pensa
"principe no cavalo branco me rapte
meu irmao nao me beija"

um cavaleiro de alma escura
deixou-lhe a boneca de porcelana
e sumiu na densa bruma


rei azteca levou-a distante
dedicou-se às artes da pintura
disseminou cultura esbanjou talento

sua mao na minha perna me falta
de longe envio-lhe beijos que nao lhe dou
nao mais fofa e redonda boneca
agora é nobre senhora romana

insiste ser irma finjo indiferença
somos almas identicas e isso basta

felici - 1994


momenti
di bellezza
di leggiadra
unione

ma una assurda
brezza
arriva
da lontano
mi stordisce


e mi strazia
l'anima

lunedì 7 dicembre 2009

el color - foto Dominique Landau





el color
no se aprende
aqui està
con nosotros
sobre nosotros
dentro de nosotros
nos acompana
nos acompana y nos habla
y habla con nuestras entranas

y expresa nuestra alegria o dolor
o la agresividad o la violencia que vivimos
pobre de aquel que necesita de las teorias
y de la diversas leyes para poder VERLO
EXPRESARLO
serà siempre impotente

el color no se piensa
el color sale
y al igual
que el sol que se pone
al caer de la tarde
asi tambien
el color se pone
sobre el papel o la tela