do bonde puxado a cavalo,
do lampião a gás,
dos bulevares arborizados,
em casa majestosa,

pela mão de parteira,
sob o olhar severo do rabino.
amamentado por robusta camponesa,
no meu sangue semita correm
campos de trigo,

pastos floridos,
florestas seculares,
picos nevados.
Renasci num país
de paisagens marinhas,
com palmeiras e sabiás,


à minha alma sombria,
seu feminino encanto
prometeu vida.
Abusei da paciência divina,
que seja vagaroso meu destino,
quero fluir
preguiçoso como o rio mar,
esquecer-me
dos picos nevados,
das duas existências.
Aqui repouso.
Homem de grandes história e repertórios.
RispondiEliminaMeu carinho, Myra.
Sigamos...
el pasage de dos epocas! increible tio gigi
RispondiEliminauma vida bem vivida, Myra...
RispondiEliminaabração!
obrigada a vcs...
RispondiEliminaCaminhos de vida...
RispondiElimina...um orgulho sentido!
Beijinho terno, querida Myra
obrigada, Luisa, beijo enorme
RispondiEliminaBelo poema, verdadeira certidão de nascimento, ilustrado!
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