Espalhou-se negra na tela, Deitou-se deliciada no branco, E deixou marca de permanência, Onde foi recebida com fulgor! Registou-se negra sobre a imensidão, Guardou o que por ela passava, entre pintas e traços de fulgor,na vontade extrema de gritar ao mundo: apaguem-se os trilhos de guerra, de sangue e dor, para que entre o tempo de viver e o de partir, exista razão suficiente de por cá andar!
Beijinhos mil e muito obrigada pela oportunidade de divagação numa sombra que me inquietou!
Depois do que a LUÍSA escreveu e do que eu comentei no VARAL DE IDÉIAS, que mais poderei dizer ? QUE ÉS UMA GRANDE ARTISTA, já todos sabemos há muito mas admiramos a tua constante criatividade não acomodada.
Gostei muito Myra desta tua Homenagem a um 11 de Setembro que muitos já esqueceram e onde morreram muitas pessoas e tantas desapareceram durante anos às mãos da Junta Militar comandada por Pinochet, ainda bem que o lembras porque os media o têm muito esquecido.
Espalhou-se negra na tela,
RispondiEliminaDeitou-se deliciada no branco,
E deixou marca de permanência,
Onde foi recebida com fulgor!
Registou-se negra sobre a imensidão,
Guardou o que por ela passava, entre pintas e traços de fulgor,na vontade extrema de gritar ao mundo: apaguem-se os trilhos de guerra, de sangue e dor, para que entre o tempo de viver e o de partir, exista razão suficiente de por cá andar!
Beijinhos mil e muito obrigada pela oportunidade de divagação numa sombra que me inquietou!
Ya no te digo lo que veo porque pensarás que estoy loco pero es que en cada sombra veo miles de cosas.
RispondiEliminaBesos.
Depois do que a LUÍSA escreveu e do que eu comentei no
RispondiEliminaVARAL DE IDÉIAS, que mais poderei dizer ?
QUE ÉS UMA GRANDE ARTISTA, já todos sabemos há muito mas admiramos a tua constante criatividade não acomodada.
Um enorme beijo.
Myra, hoje me calo em respeito a sua obra e a tudo o que ela representa.
RispondiEliminaUm beijo querida.
Uma sombra oriental que apela ao silêncio.
RispondiEliminaGostei muito.
Um beijinho.:)
Gostei muito Myra desta tua Homenagem a um 11 de Setembro que muitos já esqueceram e onde morreram muitas pessoas e tantas desapareceram durante anos às mãos da Junta Militar comandada por Pinochet, ainda bem que o lembras porque os media o têm muito esquecido.
RispondiEliminaBeijinhos.
Branca