giovedì 19 agosto 2010

3 parte - Otra Edad


Por negacion. Era, es tan tentador, fascinante
escupir un rotundo NO, al escuchar "no a esto y no
àquel otro ", y hacer siempre todo lo contrario a
lo establecido. El famoso y aburrido convencionalismo...
Y decir en cambio, un siempre sonoro, SI, a la
vida.Entonces te acosan a esto o aquello. A quièn
sabe cuantas cosas. Ya no osas mas seguir.
Por un momento titubeas. Absurdo.
Ese burdo juicio, esas miradas airadas
que tratan de emparejarte
al aplanador instinto gregario
de la mayoria silenciosa.
Y esto trae a mi pensar de que màs de dos ya és
multitud. Actitud deplorable, claro està, si de
reclamar justicia se trata.

9 commenti:

TORO SALVAJE ha detto...

Hay que huir de los convencionalismos como de la peste.

Me alegra volverte a leer Myra.

Besos.

De cenizas ha detto...

Magnífica reflexión.
La propia identidad y la justicia, haciendo equilibrios entre los "Sí" y los "no"


besos

Verbo... ha detto...

En cada NO, también hay desahogos, y liberaciones.

Saludos.

MartinAngelair ha detto...

Pero qué guapa,...SantoSeñor!




Buenos días, verdad?

Besos,...muchos,...por favor,... :)

Chica ha detto...

Há NÃOS que noas fazem bm dizer... Chegamos a rir por dentro....beijos,tudo de bom,chica

Memória de Elefante ha detto...

myra!

O risco de errar pode significar inferno ou paraíso.
O desafio maior sempre é o escolher uma ou outra palavra:sim ou não, de assumir uma ou outra postura.
Viver é cada dia se repensar:feliz, infeliz, vitorioso, derrotado, audacioso.

Um beijo

João Menéres ha detto...

Estou sempre predisposto a dizer SIM !
Digo NÃO com facilidade quando visiono as minhas imagens...

Um beijo amigo, MYRA.

BRANCAMAR ha detto...

Olá Myra,

Magnífica declaração de um viver com veracidade e único, pois é algo que falta muito nos tempos que correm. As pessoas confundem o individualismo com egoísmo, como confundem o agruparem-se com seguidismo e alienação.

Gostei muito do que li, mas claro concordo contigo para reclamar justiça é preciso uma multidão.

Beijinhos
Branca

Paula Barros ha detto...

Myra, às vezes não compreendo bem. Mas vou comentar. rsrs

Por vezes um não significa um sim para a vida, para a nossa liberdade, para romper limites impostos - convencionalismos.

Ou um sim, pode ter conotações de não.

abraço