venerdì 4 febbraio 2011

fique calada


tieni
a freno
tuo disagio
oppure
scatta

o
taci
e lascia
eccheggiare
il tuo ritmo
riempire
l'aria bianca
attorno a te

9 commenti:

João Menéres ha detto...

Hoje vou elogiar o teu trabalho.
Gosto muito dessa figura que aparentemente se alimenta à mesa !

Um beijo (Aqui o tempo tem estado com Sol limpo e com uma temperatura que dá para andar com a câmera, e eu tenho que aproveitar, pois tenho trabalho pela frente e 2ª feira a chuva deve aparecer...).

Lígia Guedes, ha detto...

Myra, uma homenagem:

"Canção de Vidro


E nada vibrou...
Não se ouviu nada...
Nada...


Mas o cristal nunca mais deu o mesmo som.


Cala, amigo...
Cuidado, amiga...
Uma palavra só
Pode tudo perder para sempre...


E é tão puro o silêncio agora!"

(Mário Quintana - Nova Antologia Poética - p. 44)

Paula Barros ha detto...

Ficar calada me incomoda, eu me torço e retorço, me como por dentro.

Mas muitas vezes precisamos usar alternativas para dar vozes, que precisam ficar caladas, para não adoecermos.

Na época da repressão, aqui no Brasil, os artistas criaram música, poemas, histórias, belíssimas porque precisavam ficar calados. A arte ajuda as vozes sairem.
beijo

rosso ha detto...

Me gusta esta foto (estas ahí..)
se siente la persona, lo vital, (no
lo aparente)...el color con temperatura.... me gusta esta foto..si

Chica ha detto...

Sempre acertas,lindo!beijos,tudo de bom,chica

Memória de Elefante ha detto...

myra:

Calar e ouvir os sons do silêncio é a melhor resposta .

Adorei a imagem!

Um beijo

Luísa ha detto...

Ok!Impera o silêncio em si, num momento altamente ruidoso da sua vida!
Façamos dançar as ondas do ar,
Deixar o sonho navegar,
Ir de encontro à vontade de, de novo, na tela tocar!
vamos indo e vamos sentindo...vamos vendo...
Mil milhões de beijinhos, adMYRAvel SENHORA!

avesemasas ha detto...

Boa noite Myra,
Às vezes o silêncio se faz sentir deliciosamente, outras há, que o seu barulho é ensurdecedor!

Beijinho amigo,
Ana Martins

Astrid ha detto...

Às vezes o problema não é o "freio". As vezes o problema é a natureza do "disagio".
As vezes é preciso ir em profundidade nesse disagio. E' preciso entendê-lo. Enfrentá-lo. Superá-lo.
As vezes o disagio é como um unforme que nos acostumamos a vestir. Acaba virando pele.
Então falar ou calar não é a verdadeira pergunta.
Te amo