giovedì 22 novembre 2012

Sombras 66

finalmente tregua mas deixou destroços!

13 commenti:

Li Ferreira Nhan ha detto...

Myra, tomara que a trégua continue.
Parece que você passou uma borracha.
Um beijo querida
e cuide-se!

✿ chica ha detto...

Ainda bem ela chegou.Tão esperada. beijos,chica

EDER RIBEIRO ha detto...

está me parecendo uma cobra saindo do ovo. Fique em paz, querida Myra. Bjos.

Lucrecia Borgia ha detto...

La pace ottenuta nella punta della spada, non è altro che una tregua...

baci

Maria Manuela ha detto...

E que destroços! Farrapos por todo o lado, é o que esta sombra me sugere! Uns, pequenos, outros grandes; uns com vida, outros sem ela... E ainda almas também um pouco esfarrapadas...

Mas agora é hora de Esperança e alegria! E confiança no diálogo e no potencial de flexibilidade da mente humana!...

Um forte abraço, querida MYRA!

João Menéres ha detto...

Mas quanta beleza e impacto tem esta 66, MYRA !

Num texto editado hoje no Público, de autoria de Abigail Hauslohner, o título é :

" EM GAZA, É MUITO TÉNUE A LINHA QUE SEPARA O HAMAS DA POPULAÇÃO "

E, como sub-título :

> COMO DISTINGUIR UM "LOCAL TERRORISTA" EM GAZA DE UMA CASA DE FAMÍLIA ?
ESCOLHER ALVOS APENAS MILITARES É UMA TAREFA IMPOSSÍVEL <

Como única ilustração do artigo que ocupa três colunas do jornal diário, mostra-se uma bandeira de Israel a ser queimada.
Quem o faz tem os rostos semi-tapados...


Um beijoooooooooooooo e fica bem, Myra.

Isabel ha detto...

Muito bonito.
Um beijinho.

TORO SALVAJE ha detto...

Hay una lechuza/elefante dentro.

Besos.

Luísa ha detto...

Ficam sempre estilhaços, não é Myra?
Beijinhos mil

ana ha detto...

Muito bonita esta sombra. Só o silêncio cabe aqui.
Beijinho.

BRANCAMAR ha detto...

Muito linda Myra, já vi no facebook e sabes quanto gostei e quanto desejei que os homens tenham bom senso e se entendam.

Beijos.

Eduardo P.L ha detto...

Muito bom. Gostei dos tons de cinza, sem nenhuma comparação com o título do best seller...

bondearte ha detto...

Myra, tua arte é sempre muito forte
não há como ignorar o sangue espalhado entre os destroços!