domenica 31 maggio 2009

Lasar Segall - algo que tomei do Google







Nasce a 21 de julho, na comunidade judaica de Vilna, capital na época sob domínio da Rússia czarista. É o sexto dos oito filhos de Esther e Abel Segall.






Em Vilna, cursa a Academia de Desenho.
Viaja para Berlim, para continuar a formação artística
Freqüenta a Escola de Artes Aplicadas.
Ingressa na Imperial Academia Superior de Belas Artes de Berlim





No final do ano transfere-se para Dresden
onde freqüenta a Academia de Belas Artes




No fim do ano vem ao Brasil
Em março exposição individual num salão alugado à Rua São Bento, 85, São Paulo
Em junho exposição individual no Centro de Ciências Letras e Artes de Campinas


No final do ano regressa à Europa deixando várias obras em coleções brasileiras
Depois retorna a Vilna pela última vez encontrando-a destruída pela guerra

Grande exposição individual no Folkwang Museum em Hagen
Exposição individual na Galeria Schames de Frankfurt.
Muda-se para Berlim
Participa da Exposição Internacional de Arte de Düsseldorf
Em dezembro muda-se para o Brasil com sua primeira esposa Margarete
Decora com pinturas murais o
Pavilhão de Arte Moderna de Olívia Guedes Penteado em São Paulo
Expõe na Galeria Neumann-Nierendorf de Berlim
e na Galeria Neue Kunst Fides em Dresden
Naturaliza-se brasileiro



Exposição individual à Rua Barão de Itapetininga 50 São Paulo
Exposição individual no Palace Hotel Rio de Janeiro.
Volta à Europa residindo em Paris onde começa a esculpir



Participa da Primeira Exposição de Arte Moderna da SPAM São Paulo.
Realiza o projeto e a decoração do baile "Uma expedição às matas virgens de Spamolândia" São Paulo.

Participa da Exposição Internacional de Pinturas
no Carnegie Institute Pittsburgh

Dez obras suas são incluídas na Exposição de Arte Degenerada
organizada pelos nazistas em Munique para desqualificar a Arte Moderna.
Exposição individual de pinturas e gouaches na Galeria Renou et Colle- Paris
Realiza cenários para o balé Sonhos de uma Noite de Verão
encenado pela Companhia de Balé de Chinita Ullman no Teatro Municipal de São Paulo
Ruy Santos produz o filme "O artista e a paisagem" sobre a obra de Lasar Segall
Exposição retrospectiva no Museu Nacional de Belas Artes Rio de Janeiro
É publicado o álbum "Mangue" com textos de Jorge de Lima Mário de Andrade e Manuel Bandeira



Participa da Exposição de Arte Condenada pelo III Reich
na Galeria Askanazy Rio de Janeiro.








Exposição individual na Associated American Artists Galleries, Nova York






Exposição retrospectiva no Museu de Arte de São Paulo


Sala Especial na I Bienal do Museu de Arte Moderna de São Paulo




É publicado o livro Lasar Segall de Pietro Maria Bardi





Sala especial na III Bienal do Museu de Arte Moderna de São Paulo



O Museu Nacional de Arte Moderna de Paris inicia os preparativos para uma grande retrospectiva de Segall
que só se realizaria em 1959 após a morte do artista

Wesley Duke Lee - um dos maiores artistas brasileiros contemporaneos



Iniciou-se nas artes plástica em 1951
nas classes de desenho livre do MASP
em 1952 vai para os EUA
- quando por aqui a moda ainda era ir para a Europa -
estudar artes gráficas aplicadas
na Parsons School of Design de Nova Iorque

De volta ao Brasil em 1955
recebe duas Menções Honrosas no I Salão de Propaganda de São Paulo
a publicidade foi durante muito tempo uma alternativa
para endossar o orçamento do artista
Em 1958 tem a oportunidade de conhecer K. Plattner
pintor italiano radicado em São Paulo e com quem
além de experimentar técnicas com afresco e têmpera
na qualidade de ajudante
segue para a Europa afim de executar um imenso mural em Salzburgo na Áustria
Já em 1960, determinado a trabalhar tempo integral com pintura e desenho
instala-se definitivamente em São Paulo realizando
em 1961 sua primeira individual
Excelente desenhista embora seja um artista que sempre se valeu dos mais diversos meios e/ou materiais para se expressar
- do nanquim à pintura por computador
Wesley foi um dos impulsionadores
do movimento de renovação da arte contemporânea brasileira
Já em 1964 Wesley passava a integrar o movimento internacional PHASES
em 1965 participava e era premiado na VIII Bienal de Tóquio

Em 1966 ao lado de Nelson Leirner e Geraldo de Barros
e alguns de seus discípulos
também incomodados com a situação do objeto artístico tradicional
- artigo comercial e mercadoria sem função símbolo de status social -
fundam a efêmera e ruidosa Rex Gallery & Sons.
Já na década de 70 mas também no bojo desta atitude de romper com o circuito artístico vigente
Wesley após ter seu manifesto publicado na imprensa
no qual dizia que de ora em diante exporia
somente em museus ou salas públicas
retira-se do mercado de arte
ao longo de uma prolongada ausência de 06 anos.
Retornando a expor em galerias somente em 1976

A obra de Wesley foi
e continua sendo profundamente marcada
por sua necessidade de perceber o inconsciente;
já que a arte para ele é um contínuo processo de auto-conhecimento.

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eu conheci o Wesley no fim de 1951
e fomos muito importante um para o outro


Deixo aqui algo de minhas lembranças...daquele tempo
foto dele daquela epoca uma carta desenho da Argentina

















e o telegrama que me mandou quando soube que eu ia para o Mexico
...e que nao me casaria com ele



nossa amizade durou anos
a ultima vez que o vi acho que foi em 1978
sempre tive e tenho muitas saudades dele
Se ele pudesse ler estas linhas gostaria de dizer-lhe
quanto foi importante na minha vida
espero que esteja bem e continuando o seu trabalho.

Marcel Janco 1895– 1984


Janco was born to a Jewish family in Bucharest
painter and architect
friend and compatriot of Tristan Tzara



He was among the founders of the Dadaist movement at Cabaret Voltaire in Zürich








In 1922, he returned to Romania and worked as an architect and painter
In 1941 he left for Mandate Palestine to escape the Nazis













In 1953 Janco established the Ein Hod artists' village near Haifa





Towards the end of his life he helped found the Dada museum in Ein Hod which bears his name


Janco died on 21 April 1984 at the age of 89








He was my uncle and here is a letter of his:

venerdì 29 maggio 2009

Mark Rothko - 1903 – 1970



Mark Rothko was born in Dvinsk.
His father, Jacob, was a pharmacist and an intellectual
who provided his children with a secular and political
rather than religious upbringing.

Unlike Jews in most cities of Czarist Russia
those in Dvinsk had been spared from violent outbreak of anti-Semitic pogroms.
However in an environment where Jews
were often blamed for many of the evils that befell Russia
Rothko’s early childhood was plagued with fear.
Fearing that his sons were about to be drafted into the Czarist army
Jacob Rothkowitz decided to emigrate from Russia to the United States.

1. A picture lives by companionship
expanding and quickening in the eyes of the sensitive observer.
It dies by the same token.
It is therefore a risky and unfeeling act to send it out into the world.
How often it must be permanently impaired by the eyes of the vulgar
and the cruelty of the impotent who would extend the affliction universally.
2. I am not an abstract painter. I am not interested in the relationship between form and color. The only thing I care about is the expression of man's basic emotions: tragedy, ecstasy, destiny.
3. Certain people always say we should go back to nature. I notice they never say we should go forward to nature.
4. Pictures must be miraculous.
5. The progression of a painter's work as it travels in time from point to point will be toward clarity. Toward the elimination of all obstacles between the painter and the idea and the idea and the observer.

In the June 13, 1943 edition of the New York Times, Rothko, together with Adolph Gottlieb and Barnett Newman, published the following brief manifesto:

1. To us art is an adventure into an unknown world which can be explored only by those willing to take the risks.
2. This world of imagination is fancy-free and violently opposed to common sense.
3. It is our function as artists to make the spectator see the world our way not his way.
4. We favor the simple expression of the complex thought. We are for the large shape because it has the impact of the unequivocal. We wish to reassert the picture plane. We are for flat forms because they destroy illusion and reveal truth.
5. Silence is so accurate.

giovedì 28 maggio 2009

Saul Steinberg




Saul Steinberg was born in Romania in 1914.
In 1933 after a year studying philosophy
at the University of Bucharest
he enrolled in the Politecnico
in Milan as an architecture student.




The precision of architectural drafting
taught him the potential
of a spare two-dimensional line
to describe a complex three-dimensional form.

During the 1930s
Steinberg applied this lesson to the cartoons
he began publishing in Milan
for the twice-weekly satirical magazine Bertoldo.
The incisive wit of these images
would distinguish much of his art.



By 1940 Steinberg’s drawings were appearing
in Life magazine.

The following year
anti-Jewish racial laws in Fascist Italy
forced him to flee.





While in Santo Domingo in 1941
awaiting a US visa
he started publishing regularly in The New Yorker.



Throughout his long career
he used drawing to think about the semantics of art
reconfiguring stylistic signs into a new language
suited to the fabricated temper of modern life.
He was, the "inspector,"
seeing through every false front,
every pretense.







Sometimes with affection
sometimes with irony
but always a virtuoso master











Saul Steinberg described
carefully the wrought masks
of 20th-century civilization

martedì 26 maggio 2009

Ben Shahn - pittore e fotografo




Ben Shahn (Kovno, 12 settembre 1898 – New York, 14 marzo 1969)





Nacque in Russia verso la fine del XIX secolo
in seno ad una famiglia di artigiani ebrei
che emigrarono con lui negli Stati Uniti
quando egli aveva otto anni.
Conobbe la povertà e la discriminazione
e ciò determinò le sue scelte tematiche.
Sono del suo primo periodo i gouaches
e le tempere dedicati ai grandi casi giudiziari
alle vittime del razzismo e dell'intolleranza:
i cicli sulla condanna di Dreyfus e sulle esecuzioni
e degli anarchici italo-americani Sacco e Vanzetti.



Cominciò ad affermarsi dopo il 1930 con opere di chiaro impegno sociale
ispirandosi al processo di Sacco e Vanzetti.


Affrontò l'atrocità di quei temi
con il distacco struggente proprio dell'anima russa,
e con l'umorismo gelante che avrebbe legato
l'atmosfera dell'epoca al nome di Chaplin


Partecipe di un gusto primitiveggiante ma radicato
in un'esperienza affatto personale,
nella quale si intravvedono echi espressionisti
Shahn raggiunse nelle sue opere
soprattutto dopo il 1935,
punte di notevole lirismo e sofferta umanità.
Interessante è anche la sua produzione di manifesti pubblicitari
per le organizzazioni sindacali americane


Nei disegni rivela spesso un'amara e pungente ironia.


Il suo modo di raccontare per immagini è caratterizzato da una grande apertura
ed è proprio nella libertà


della narrazione che si manifesta
la profonda conoscenza dei problemi e dei rapporti di classe

lunedì 25 maggio 2009

Camille Pissarro - Lettera al figlio Lucien


My dear Lucien,
...Remember that I have the temperament of a peasant,
I am melancholy, harsh and savage in my works,
it is only in the long run that I can expect to please,

and then only those who have a grain of indulgence;
but the eye of the passerby is too hasty and sees only the surface.
Whoever is in a hurry will not stop for me.
..........................................
There is not more time for amusements,
you are right, education is what is necessary.
See, then, how stupid the bourgeoisie,
the real bourgeoisie have become, step by step they go lower and lower,
in a word they are losing all notion of beauty,
they are mistaken about everything.
Where there is something to admire
they shout it down,
they disapprove!
Where there are stupid sentimentalities
from which you want to turn with disgust,
they jump with joy or swoon.
Everything they have admired for the last fifty years
is now forgotten, old-fashioned, ridiculous.[...]
They are like the falling,
rolling rock which we must ceaselessly roll back in order to escape being crushed.
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Jacob Camille Pissarro (Saint Thomas, 10 luglio 1830 – Parigi, 13 novembre 1903) è stato un pittore francese, tra i maggiori esponenti dell'Impressionismo. Nacque nelle Antille danesi, da famiglia ebrea.

Nel 1861 diventa amico di Paul Cézanne e Guillaumin. Nel 1861 e nel 1863 viene rifiutato al Salon; per questo decide di esporre al Salon des Refusés.

Come molti altri pittori, è un assiduo frequentatore del Café Guerbois, il locale di Batignolles dove si tengono accese discussioni sull'arte.

La sua pittura è impressionista, nel senso che egli sente la mobilità della luce e degli effetti cromatici. Sebbene dipinga en plein air, medita e studia a lungo, organizzando gli oggetti rappresentati così da dar loro, pur senza contorni definiti, una solidità che influenzerà lo stesso Cézanne.

Per il suo carattere aperto e conciliante, il suo aspetto simile ad un profeta con la lunga barba bianca, e gli incoraggiamenti che sapeva infondere nei giovani artisti (fu lui, infatti, a scoprire il genio di Van Gogh), venne visto da tutti gli impressionisti come l'anima che seppe mantenere unito il gruppo per tanti anni.

domenica 24 maggio 2009

Jacob Kahn - 1884 - 1983 - An old and famous artist.


When younger he abandoned the religion
with which he grew up
in order to pursue his artwork.


He is fully and completely an artist.
He is temperamental and feels
no moral attachments to anything but art
and sees a great purpose in producing art and artists.
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"I sculpt and paint to give permanence to my feelings
about how terrible this world truly is.
Nothing is real to me except my own feelings
as I seem them all around me
in my sculptures and paintings"
..............................
"....there was passion
in the time of the
Abstract Expressionism
Now...there is greed and chaos
If the chaos were hot
I could create in it
But this cold is cold
with the touch of money..."

sabato 23 maggio 2009

Chaim Potok


"Galleries glittered
like department stores.
A carnival of sorts.
Art as Mardi Gras.
The ordinary was king.
...popularism
shallowness
doubt
cynicism

The century was exhausted"

Chaim Potok, painter and writer

venerdì 22 maggio 2009

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la dannata insonnia
mi spinge dentro
di un nero abisso
mi arrampico
su muri invisibili
gridi sordi muti
mi raggiungano

all'improvviso
cado nel sonno
e mi sveglio

mercoledì 20 maggio 2009

^!^!^!^!^!^!^!^!^!^!^!^!^!^!


ci sono momenti
ore giorni
quando tutto
è
possibile
desiderio passione
paura ricordi
formano
un labirinto


dove ci perdiamo
dove poi
ci ritroviamo
per perderci
un'alta volta

una trappola
di febbrile
delirio

sabato 16 maggio 2009

en la plantacion de cocos de Pablo


te vi arrastrar
hierbas cielo
arbustos sol
mi vida y la tuya
el mundo entero



dentro de la
mata
y entre
los cocos
caidos

amor

quien sabe
alguna culebra
nos miraba

nirvana

giovedì 14 maggio 2009

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critica de arte
a merced y servicio
de la sociedad de consumo
criticos de arte
artistas frustrados
necesitan del creador
como muletas para caminar
en el mundo del arte

consumidores de arte
que necesitam
aprobacion y consagracion
de los senores criticos
para poder conocer reconocer
y entonces "consumir" el arte

Basta
-------------------------------


Historiadores del Arte, si!

mercoledì 13 maggio 2009

para Marco por el dia 14 de maio - felicidades


IF - by Rudyard Kipling

If you can keep your head when all about you
Are losing theirs and blaming it on you;
If you can trust yourself when all men doubt you,
But make allowance for their doubting too;
If you can wait and not be tired by waiting,
Or, being lied about, don't deal in lies,
Or, being hated, don't give way to hating,
And yet don't look too good, nor talk too wise;

If you can dream - and not make dreams your master;
If you can think - and not make thoughts your aim;
If you can meet with triumph and disaster
And treat those two imposters just the same;
If you can bear to hear the truth you've spoken
Twisted by knaves to make a trap for fools,
Or watch the things you gave your life to broken,
And stoop and build 'em up with wornout tools;

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If you can talk with crowds and keep your virtue,
Or walk with kings - nor lose the common touch;
If neither foes nor loving friends can hurt you;
If all men count with you, but none too much;
If you can fill the unforgiving minute
With sixty seconds' worth of distance run -
Yours is the Earth and everything that's in it,
And - which is more - you'll be a Man my son!


e, tu, Marco, lo SEI!!!!!

con orgulho, admiraçao, e muito amor,

^^^^^^^^^^


igual que allì afuera
en el mundo de ustedes
el mio és aqui dentro
de mi

martedì 12 maggio 2009

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sottile come un spiffero
senza remore
promesse diventate
cenere
gettate via

oltraggiosamente semplice

lunedì 11 maggio 2009

************* immagine Dominique Landau



vorrei
essere
violentata
dal sole

quando mai...

sabato 9 maggio 2009

ancora un frammento de Vade Retro - foto Dominique Landau


...scavalcare il tempo e lo spazio.
Spazio non c'è fra voi e me. Mai.
A chi non sa vedere, non vuol capire,
può sembrare che l'assenza impallidisce
l'amore, eppure, l'assenza
stringe intensamente l'amore.
Può succedere!? ancora di più
e a gridi dico, si.
.............................
Assai piccola la mia casa,
strapiena la mia tana, e perché no?
Sono talmente impregnata
di voi che amo tanto, di voi,
amici miei che non siete più,
e voi altri che siete presenti
nella lontananza, assenti tutti
e nonostante il tempo, o la distanza
vi trovate vicino a me, perché allora
non riempire la mia solitudine,
colmare i miei muri dei vostri volti
per farmi ancora più compagnia?
e farvi serpeggiare intorno a me
comme des serpentines, lasciar
svolazzare e cadere i vostri sguardi
su di me, come dei coriandoli
nelle notti di carnevale a Rio de Janeiro?

Voi siete la mia vita.